Por vezes não se tem a mínima noção de quanto um animal como este se preocupa connosco. Trocam afectos, sentem quando precisamos de um pouco de atenção, reparam quando choramos e quando confiam, não nos largam. Procuram-nos, como qualquer animal, quando têm fome; mas o que os distingue é que nos procuram quando sentem necessidades de carinho e trocam connosco olhares, toques, sons...
Têm, no fundo, o que falta a muitos humanos: inteligência afectiva.
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